Cavaram um buraco bem fundo e tentaram enterrar todos os meus desejos, um a um. Mas como menina-teimosa que sou, ainda insisto em desentortar os caminhos. Em construir castelos sem pensar nos ventos. Em buscar verdades enquanto elas tentam fugir de mim. A manter meu buquê de sorrisos no rosto, sem perder a vontade de antes. Porque aprendi que a vida, apesar de bruta, é meio mágica. Dá sempre pra tirar um coelho da cartola. E lá vou eu, nas minhas tentativas, às vezes meio cegas, às vezes meio burras, tentar acertar os passos. Sem me preocupar se a próxima etapa será o tombo ou o voo.
quarta-feira, 21 de julho de 2010
terça-feira, 20 de julho de 2010
FELIZ ANIVERSÁRIO AMOR!

Pensei mto pra começar a escrever, queria uma msg gostosa d falar ou um pensamento forte q descrevesse este momento. Acabei achando, na minha própria cabeça, algumas palavras q gostaria d t falar, meu amor. É tão bom fazer algo pensando em ti e depois perceber q você ficou feliz com isso. Tenho uma luta travada com tudo e essa luta é pra t fazer feliz. Hoje, um dia tão especial passou-se por normal, mas eu me dei conta q eu precisava fazer a diferença, e acho q consegui. Tudo pra t fazer feliz. Sei q sempre vai valer a pena e sempre serei recompensada com o q há de mais precioso no mundo: o seu sorriso. Pra mim não tem o q pague. Não importa quantas batalhas eu ainda tenha q enfrentar, mas eu sempre vou fazer de tudo pra t ver sorrir. Eu sou feliz com você, e pra t fazer feliz, vou contra tudo e todos. Eu respiro você, vivo você, penso em você (nunca paro), quero você, desejo, amo. PARABÉNS MEU NEGO! Te desejo toda a felicidade desse mundo, você merece! Amo muito você, amor da minha vida.
domingo, 18 de julho de 2010
Ser feliz.

Ninguém pode esperar um convite para ser feliz. A festa deve acontecer dentro do coração, diariamente. Não importa a cara do dia, não importa a cara do vizinho, não importa a própria cara. Quando aquela nuvem cinza e enorme do mau humor ou da tristeza começar a se aproximar, é só puxar aqueles arquivos preciosos da mente. Os sentimentos são uma resposta direta aos nossos pensamentos. É só lembrar da música maravilhosa que marcou aquele dia ensolarado; do papo gostoso que você teve com o amigo que não via há muito tempo; da sua turma se matando em função de um trabalho; daquele beijo roubado no meio do cinema; da tarde que você tomou banho de chuva na companhia de grandes amigos; da conversa que durou a madrugada inteira; do “eu te amo” ao telefone, no msn, na hora de dormir... É só lembrar, de olhos fechados, e a emoção se transforma. A felicidade está nas miudezas da vida, na costura delas, dia após dia, momento após momento. Essa é uma fórmula mágica. Ninguém pode esperar um convite para ser feliz. A vida não espera, tudo se atropela. Tem aquele ditado que diz: “se te dão um limão, faça uma limonada”.
sábado, 17 de julho de 2010
Depois.
Sabe aquele velho jeitinho brasileiro que insiste em deixar tudo pra depois? Depois a gente continua a conversa inacabada, depois a gente resolve a briga boba, depois a gente fala o que sente, depois a gente fala o que ta faltando. Pra que agora? Para mim, a adrenalina é avessa aos sentimentos. Quando o coração bate forte não é hora de achar soluções. É hora de sentar e esperar essa poeira baixar, assim.. deixando o tempo ir apagando – como sempre. Eu me rendo à essa facilidade de adiar a solução para tudo o que cutuca aqui dentro. Mas, pensando bem, nada do que eu deixei pra depois foi solucionado. A briga, a conversa, o incômodo. Tudo isso vindo à tona o tempo todo em função de algum desleixo do meu pensamento ou algum desleixo do seu comportamento. Se o vento muda a direção, já é motivo pra eu buscar lá no fundo da memória qualquer fato que tenha me ferido. É injusto isso. É injusto comigo. Vou comprar uma tecla “delete” para usar no cérebro. Vai ver, assim, tudo de ruim que eu pensei que o tempo fosse apagar – e não conseguiu - vai para a lixeira e eu consigo dar a cara a tapa sem ficar me remoendo por dentro. Enquanto eu não acho a solução para essa minha caixinha de recordações nem sempre boas , eu deixo pra resolver depois.
quinta-feira, 15 de julho de 2010
Mudanças
Estou mudando porque estou amadurecendo. Mudando porque estou passando por tantas e tão diversas experiências que estou conseguindo aprender com meus próprios erros. Mudando porque me decepcionei com amigos, porque me decepcionei com amores. Mudando porque estou conhecendo pessoas tão especiais que estou sendo capaz de me inspirar por elas e me espelhar nelas para me tornar uma pessoa diferente. Talvez uma pessoa melhor.
O tempo está passando e eu mudando. Nem tudo e nem todos estão me acompanhando...
O tempo está passando e eu mudando. Nem tudo e nem todos estão me acompanhando...
por: Grazi Dahl
quarta-feira, 14 de julho de 2010
Amadurecimento;
Recebi um email ontem muito bacana, onde continha aquele famoso poema do Mário Quintana, Amadurecimento, depois de tantas vezes tendo recebido este email, só ontem fui me dar conta do que realmente se trata. É... talvez eu esteja amadurecendo.
A idade vai chegando e, com o passar do tempo, nossas prioridades na vida vão mudando...
A vida profissional, a monografia de final de curso, as contas a pagar.
Mas uma coisa parece estar sempre presente. A busca pela felicidade com o amor da sua vida.
Desde pequenas ficamos nos perguntando "quando será que vai chegar?"
E a cada nova paquera, vez ou outra nos pegamos na dúvida "será que é ele?".
Como diz o meu pai: "nessa idade tudo é definitivo", pelo menos a gente achava que era.
Cada namorado era o novo homem da sua vida. Faziam planos, escolhiam o nome dos filhos, o lugar da lua-de-mel e, de repente... PLAFT!
Como num passe de mágica ele desaparecia, fazendo criar mais expectativas a respeito "do próximo".
Você percebe que cair na guerra quando se termina um namoro é muito natural, mas que já não dura mais de três meses.
Agora, você procura melhor e começa a ser mais seletiva.
Procura um cara formado, trabalhador, bem resolvido, inteligente, com aquele papo que a deixa sentada no bar o resto da noite.
Você procura por alguém que cuide de você quando está doente, que não reclame em trocar aquele churrasco dos amigos pelo aniversário da sua avó, que jogue "imagem e ação" e se divirta como uma criança, que sorria de felicidade quando te olha, mesmo quando está de short, camiseta e chinelo.
A liberdade, ficar sem compromisso, sair sem dar satisfação já não tem o mesmo valor que tinha antes.
A gente inventa um monte de desculpas esfarrapadas,mas continuamos com a procura incessante por uma pessoa legal, que nos complete e vice-versa.
Enquanto tivermos maquiagem e perfume, vamos à luta... e haja dinheiro para manter a presença em todos os eventos da cidade: churrasco, festinhas, boates na quinta-feira.
Sem falar na diversidade que vai do Forró aos pagodes
Mas o melhor dessa parte é se divertir com as amigas, rir até doer a barriga,fazer aqueles passinhos bregas de antigamente e curtir o som...
Olhar para o teto, cantar bem alto aquela música que você adora.
Com o tempo, você vai percebendo que para ser feliz com uma outra pessoa,você precisa, em primeiro lugar, não precisar dela.
Percebe também que aquele cara que você ama (ou acha que ama),e que não quer nada com você, definitivamente não é o homem da sua vida.
Você aprende a gostar de você, a cuidar de você e, principalmente, a gostar de quem também gosta de você.
O segredo é não correr atrás das borboletas... É cuidar do jardim para que elas venham até você.
No final das contas, você vai achar não quem você estava procurando, mas quem estava procurando por você!
(Amadurecimento- Mario Quintana)
A vida profissional, a monografia de final de curso, as contas a pagar.
Mas uma coisa parece estar sempre presente. A busca pela felicidade com o amor da sua vida.
Desde pequenas ficamos nos perguntando "quando será que vai chegar?"
E a cada nova paquera, vez ou outra nos pegamos na dúvida "será que é ele?".
Como diz o meu pai: "nessa idade tudo é definitivo", pelo menos a gente achava que era.
Cada namorado era o novo homem da sua vida. Faziam planos, escolhiam o nome dos filhos, o lugar da lua-de-mel e, de repente... PLAFT!
Como num passe de mágica ele desaparecia, fazendo criar mais expectativas a respeito "do próximo".
Você percebe que cair na guerra quando se termina um namoro é muito natural, mas que já não dura mais de três meses.
Agora, você procura melhor e começa a ser mais seletiva.
Procura um cara formado, trabalhador, bem resolvido, inteligente, com aquele papo que a deixa sentada no bar o resto da noite.
Você procura por alguém que cuide de você quando está doente, que não reclame em trocar aquele churrasco dos amigos pelo aniversário da sua avó, que jogue "imagem e ação" e se divirta como uma criança, que sorria de felicidade quando te olha, mesmo quando está de short, camiseta e chinelo.
A liberdade, ficar sem compromisso, sair sem dar satisfação já não tem o mesmo valor que tinha antes.
A gente inventa um monte de desculpas esfarrapadas,mas continuamos com a procura incessante por uma pessoa legal, que nos complete e vice-versa.
Enquanto tivermos maquiagem e perfume, vamos à luta... e haja dinheiro para manter a presença em todos os eventos da cidade: churrasco, festinhas, boates na quinta-feira.
Sem falar na diversidade que vai do Forró aos pagodes
Mas o melhor dessa parte é se divertir com as amigas, rir até doer a barriga,fazer aqueles passinhos bregas de antigamente e curtir o som...
Olhar para o teto, cantar bem alto aquela música que você adora.
Com o tempo, você vai percebendo que para ser feliz com uma outra pessoa,você precisa, em primeiro lugar, não precisar dela.
Percebe também que aquele cara que você ama (ou acha que ama),e que não quer nada com você, definitivamente não é o homem da sua vida.
Você aprende a gostar de você, a cuidar de você e, principalmente, a gostar de quem também gosta de você.
O segredo é não correr atrás das borboletas... É cuidar do jardim para que elas venham até você.
No final das contas, você vai achar não quem você estava procurando, mas quem estava procurando por você!
(Amadurecimento- Mario Quintana)
*Sentindo falta de algo...
terça-feira, 13 de julho de 2010
1.430 dias
Rumo ao tetra...

Boa tarde meu amor!
Quero que você seja contagiado pela minha vontade de te ver sorrindo, pelos meus beijos apaixonados e pelos meus olhos olhando no fundo dos teus olhos.
Falta um mês para comemorarmos o tetra! Eu te amo tanto!
Quero dançar harmoniosamente com você a dança da vida.
"Te amo e não é pouco! ♥ "

Boa tarde meu amor!
Quero que você seja contagiado pela minha vontade de te ver sorrindo, pelos meus beijos apaixonados e pelos meus olhos olhando no fundo dos teus olhos.
Falta um mês para comemorarmos o tetra! Eu te amo tanto!
Quero dançar harmoniosamente com você a dança da vida.
"Te amo e não é pouco! ♥ "
domingo, 11 de julho de 2010
Você reconhece seus conflitos?
Um conflito como esse em que você pensou agora, pode ser uma oportunidade interessante. O conflito, apesar de ser o centro da neurose, nem sempre é um mau momento. O ser humano vive sua vida, sempre numa condição de polêmica consigo, com o outro e com o mundo.
As pessoas geralmente custam a perceber que um mal-estar generalizado, angústia e muitos sintomas físicos podem ter origem num conflito latente. Isso quer dizer que muitas vezes estamos em conflito sem perceber. Mesmo sem consciência, o conflito permanece silenciosamente se comunicando, às vezes numa linguagem de sintomas físicos.
A falta do hábito e interesse real em se autoconhecer mantém as pessoas limitadas a interpretações superficiais e distorcidas sobre os conflitos que vivem.
Existem conflitos entre os próprios sentimentos. Existem conflitos entre o que se sente e o que se “deve” fazer. Existem conflitos entre nossos impulsos, às vezes nos parecendo contrários.
Muitas vezes estamos num conflito entre um desejo e os próprios mecanismos de defesa, que são aquelas atitudes inconscientes e automatizadas que assumimos para evitar a dor. Cada vez que estamos em conflito com alguém, é dentro de nós que existe primeiramente o conflito. Isso quer dizer que o conflito interpessoal (com o outro) corresponde muitas vezes, antes de tudo, a um conflito intrapessoal, (dentro de nós).
Tentamos sempre evitar as situações de conflito. O que poucos sabem é que o conflito em certa medida é necessário para a evolução do indivíduo. Se existem muitos conflitos, pode haver uma desorganização interna prejudicial à pessoa. Mas, se não existe conflito algum, a vida psíquica tende à estagnação. Temos aí uma condição estacionária.
Daí porque perceber o conflito, identificar a origem e aprender com ele pode nos trazer bons resultados. Podemos passar a soluções inesperadamente criativas. Às vezes se vive um conflito desgastante por dias, meses e até anos. E o que faltava para apaziguar a mente era apenas integrar as partes aparentemente em conflito, e não, escolher uma delas.
Grazi Dahl
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